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Toxoplasmose (Toxoplasma gondii): sintomas, tratamento, transmissão e prevenção

31 jul
Postado por Marina Caxias Categoria: Blog

Nesse artigo vamos tirar todas as suas dúvidas sobre a Toxoplasmose, doença causada pelo parasita Toxoplasma gondii. Aqui você vai encontrar respostas para perguntas como:

1) O que é toxoplasmose?

2) Qual o nome do agente causador da toxoplasmose?

3) O que o gato tem a ver com a toxoplasmose?

4) Cachorro transmite toxoplasmose?

5) Qual é o hospedeiro definitivo e intermediário da toxoplasmose?

6) Como é o ciclo biológico da toxoplasmose?

7) Quais os sintomas da toxoplasmose?

8) Por que a toxoplasmose na gravidez pode ser tão impactante?

9) O que é toxoplasmose congênita?

10) Toxoplasmose tem cura?

11) Como é realizado o diagnóstico da toxoplasmose?

12)  Qual o tratamento da toxoplasmose?

13) Como ocorre a transmissão da toxoplasmose?

14) Quais são as formas de prevenção da toxoplasmose?

 

Tenha uma ótima leitura!

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Qual o agente etiológico da toxoplasmose?

Em 1870, pesquisadores no Brasil e na Tunísia descobriram ao mesmo tempo a existência de um novo micro-organismo: O Toxoplasma gondii, assim chamado porque tem formato de arco (toxo) e foi descrito em um roedor da espécie gundi. É o agente etiológico da toxoplasmose.

O Toxoplasma gondii é um protozoário intracelular obrigatório, ou seja, incapaz de se reproduzir e sobreviver fora de uma célula hospedeira. Este parasito é capaz de infectar virtualmente qualquer célula de grande parte dos animais de sangue quente. Seu ciclo é heteróxeno – composto por dois hospedeiros distintos: o hospedeiro definitivo (felídeos no geral, sendo o gato doméstico o mais importante) e os hospedeiros intermediários (mamíferos no geral, incluindo o homem).

Taquizoítos de Toxoplasma gondii vistos por microscopia eletrônica de transmissão. Na seta, o parasito saindo da célula hospedeira após proliferação intracelular. Fonte: Dubey, 1998.

 agente etiológico da toxoplasmose Toxoplasma gondii

 

O que é toxoplasmose?

 A toxoplasmose é uma doença adquirida após ingestão de cistos teciduais contidos na carne crua ou malcozida de hospedeiros intermediários, como porcos e cavalos, bem como pela ingestão de hortaliças ou água contaminadas com oocistos – liberados junto às fezes dos hospedeiros definitivos do parasito. Os sintomas na fase aguda (de proliferação e ciclo lítico do parasito) incluem: dores musculares, alterações na visão, febre e inchaço de linfonodos. Na fase crônica da doença não há sintomatologia.

O Toxoplasma gondii é capaz de infectar qualquer célula hospedeira de qualquer organismo. Isso explica uma estatística muito preocupante: cerca de um terço da população mundial é cronicamente infectada pelo parasito (FLEGR et al., 2014). Ou seja, é bem provável que dentro de nosso círculo social tenha uma grande quantidade de pessoas com cistos de Toxoplasma gondii – ou seja, com a doença cronificada.

Mas, como funciona o ciclo do parasito? Como os hospedeiros formam os cistos?

Ciclo biológico do Toxoplasma gondii – hospedeiros intermediários

Imagine que você acaba de comer uma carne de porco malpassada. Dentro desta carne, nas fibras musculares, há estruturas microscópicas e imperceptíveis que não foram destruídas durante o cozimento: os cistos teciduais. Estes cistos são estruturas arredondadas, de parede espessa e repleta de açúcares, com certa rigidez, e permissivos à proliferação de parasitos em seu interior. Por dentro, o cisto é repleto de bradizoítos – (do grego: bradi = lento) formas evolutivas do Toxoplasma gondii que se replicam “devagar e sempre”. Estes bradizoítos têm diversos grânulos em seu interior que garantem sua alimentação regular e uma taxa de proliferação mínima para os parasitos continuarem sobrevivendo.

E como se forma este cisto tecidual?

Quando o hospedeiro intermediário (exemplo: porco) ingere alimento ou água contaminados com oocistos e a comida chega ao seu estômago, os parasitos (esporozoítos) se libertam e se diferenciam em taquizoítos (do grego: taqui = rápido). O próximo destino é o intestino. Depois de se proliferarem aos montes em células intestinais, os taquizoítos rompem estas células (fazendo o ciclo lítico e levando ao rompimento destas) e percorrem o corpo dos hospedeiros através do sangue, da linfa ou usando células imunes como “Cavalo de Tróia” para chegarem nos seus sítios de tropismo (SANTIAGO-TIRADO; DOERING, 2017). Finalmente os parasitos são percebidos pelo sistema imune inato – macrófagos, neutrófilos, células dendríticas – que começa a combater a infecção. Percebendo esse insulto pelo sistema imune, os parasitos rapidamente entram nas células hospedeiras, onde ficam dentro de bolsas chamadas vacúolos parasitóforos e começam a se diferenciar novamente em bradizoítos. O vacúolo passa a se tornar um cisto tecidual e esta estrutura pode permanecer a vida toda no organismo de seu hospedeiro sem causar sintomatologia, pois não é imunogênica.

Caso ocorram eventos de imunossupressão (popularmente conhecido como “baixa imunidade”) estes cistos podem se romper, liberando os parasitos que se diferenciarão em taquizoítos, proliferarão em vacúolos parasitóforos e levarão as células hospedeiras ao ciclo lítico, sendo liberados novamente na circulação sanguínea.

Ciclo biológico do protozoário Toxoplasma gondii.

Os felídeos ingerem cistos teciduais de hospedeiros intermediários. Na região jejunoileal destes animais ocorre o ciclo sexuado, liberando junto às fezes oocistos imaturos que levam até cinco dias para amadurecerem e se tornarem infectivos. Estes oocistos podem contaminar água, solo, alimentos, ar e podem ser ingeridos por vetores acidentais – virtualmente todos os animais de sangue quente, incluindo o homem. Nestes hospedeiros ocorre a reprodução assexuada e a cronificação da doença é alcançada com a formação de cistos teciduais na musculatura esquelética, principalmente. A toxoplasmose congênita é a forma mais grave da doença, podendo causar abortos em casos mais drásticos ou trazendo danos neurológicos e oftalmológicos aos bebês.

Quais os sítios de tropismo do Toxoplasma gondii?

Tropismo é para onde o micro-organismo vai, isto é, o tecido de maior predileção. O Toxoplasma gondii tem 3 sítios de tropismo: musculatura esquelética, sistema nervoso central e a placenta, como discutiremos logo a seguir.

Ciclo biológico do protozoário Toxoplasma gondii toxoplasmose toxoplasma toxoplasmose ocular toxoplasmose sintomas

 Fonte do esquema: Toxoplasmose e Toxoplasma gondii, Editora Fiocruz.

Ciclo biológico do Toxoplasma gondii – hospedeiros definitivos (o que o gato tem a ver com a toxoplasmose?)

O gato doméstico é um animal muito popular no Brasil e no mundo. Pelos seus hábitos reprodutivos, é comum que lares sem proteção nas janelas ou gatos criados no quintal tenham acesso à rua, onde podem brigar por fêmeas no período reprodutivo, entrarem em contato com outros gatos doentes e, por fim, se infectarem com o Toxoplasma gondii pela ingestão de hospedeiros intermediários infectados (por exemplo, pequenos roedores, ratos).

Após a infecção do gato, ocorre um ciclo bem diferente do que foi descrito no tópico acima: no intestino desses animais ocorre o ciclo sexuado ou entérico do Toxoplasma gondii. Basicamente, os bradizoítos contidos nos cistos teciduais que o gato ingeriu entrarão em suas células intestinais e se diferenciarão ao longo do tempo (até 15 dias). No terceiro dia, duas estruturas serão geradas em paralelo: os microgametas que fertilizarão os macrogametas formados dentro das células intestinais.

Ao final de quinze dias o produto desse ciclo são os oocistos imaturos. Quando o gato defeca, ele libera (aos milhões!(MARTORELLI et al., 2019)) estes oocistos que amadurecem durante cinco dias, quando se tornam infectantes (oocistos maduros). Os oocistos são estruturas elípticas, rígidas, contendo dois esporocistos, cada um com quatro esporozoítas. São resistentes a altas temperaturas e radiação UV, sendo uma fonte de contaminação importantíssima.

biológico do Toxoplasma gondii – hospedeiros definitivos toxoplasmose

 Fonte do esquema: Toxoplasmose e Toxoplasma gondii, Editora Fiocruz.

Ciclo sexuado do Toxoplasma gondii

Após ingestão de cistos teciduais os parasitos ganham acesso ao intestino delgado dos animais e infectam os enterócitos – as células epiteliais intestinais. Todo o processo de maturação dos bradizoítos em microgamontes (estágio imediatamente após o “Tipo E”) leva cerca de três dias. Em doze dias ocorre formação de macrogametas, a fertilização e a produção de oocistos imaturos propriamente ditos. Estes oocistos serão liberados dos enterócitos, dirigidos à porção retal do animal e liberados junto às fezes.

Por que somente os gatos e outros felídeos são hospedeiros definitivos na toxoplasmose?

Em 2019 foi descoberta a razão pela qual somente os felídeos são hospedeiros definitivos: a falta da enzima delta-6-desaturase (MARTORELLI et al., 2019), responsável pelo metabolismo de lipídeos no intestino destes animais, é a responsável pela transformação de bradizoítos em gametas e, por fim, em oocistos. Essa descoberta revolucionou a literatura científica em toxoplasmose e favorece a geração de terapias, medicamentos e vacinas para gatos domésticos que visem justamente suprir a ausência da enzima e, quem sabe, interromper o ciclo sexuado, diminuindo drasticamente a circulação do parasito.

 

Mitos e verdades: cachorro, pombo e cavalo transmitem toxoplasmose?

Sabendo que nossa musculatura esquelética está repleta de cistos depois que nos infectamos com o parasito em algum momento da nossa vida, agora você pode imaginar que se alguém ingerir a carne de um hospedeiro intermediário, pode se infectar também. Correto?

Seguindo esse raciocínio, qualquer animal pode causar toxoplasmose a outro animal pelo carnivorismo – ou seja, pela ingestão da carne desse animal! No entanto, não há razão para pânico: a literatura científica percebeu que em carnes bovinas o risco é praticamente zero de comer um oocisto. Contudo, há artigos que mostram que cavalos são repletos de cistos e podem causar graves quadros de toxoplasmose congênita em gestantes (THULLIEZ et al., 2008)!

Cachorros e pombos não transmitem toxoplasmose. Lembre-se: o único hospedeiro que libera parasitos aos montes é o gato – e mesmo o gato só libera parasitos durante uma janela de tempo de alguns dias, segundo a literatura científica. Por isso, não precisa temer a presença de cães ou gatos domésticos.

Toxoplasmose ocular e neurotoxoplasmose

O Toxoplasma gondii chega até o sistema nervoso central a partir da via sanguínea, alcança a retina e se prolifera, gerando uma retinite, seguida por uma retinocoroidite e uveítes. De acordo com a literatura científica e médica, a primeira lesão ocular é autolimitada e assintomática, não perturbando a visão do hospedeiro. O quadro geral da toxoplasmose ocular é a ocorrência de retinocoroidite necrosante focal, unilateral e granulomatosa, acometendo cerca de 70 a 90% dos casos de toxoplasmose congênita e de 10 a 12% de pacientes com infecção pós-natal.

Lesão ocular clássica da toxoplasmose ocular

Lesão ocular clássica da toxoplasmose ocular em paciente adulto. Fonte: Karen Garner-Hamilton

Na toxoplasmose congênita, o bebê pode desenvolver lesões oculares e de sistema nervoso central. Já na toxoplasmose adquirida durante a vida adulta, as lesões oculares não geram sintomas perceptíveis por serem leves e transitórias em sua maioria.

A neurotoxoplasmose pode ocorrer concomitantemente à invasão ocular do parasito. A encefalite toxoplásmica é uma inflamação do tecido nervoso causada pela proliferação, encistamento e excistamento do parasito no parênquima cerebral. Ainda, para conter a infecção, podem ser formadas calcificações cerebrais. Os danos aos pacientes são enormes: episódios de convulsões, alterações neurológicas e comportamentais e em casos mais drásticos, a morte.

O que é a toxoplasmose congênita? Como ela pode ocorrer?

A toxoplasmose congênita ocorre durante a primo-infecção de gestantes com o Toxoplasma gondii, seja pela ingestão de carne crua contendo cistos, seja pela ingestão de água ou alimentos contaminados com oocistos. O ciclo de diferenciação e lise do parasito é o mesmo descrito anteriormente, o que muda é a rota: se na toxoplasmose os parasitos ganham acesso à corrente sanguínea e migram para tecidos, na congênita estes parasitos usam essa via para acessar a placenta, banhada em sangue materno. Lá na placenta, o Toxoplasma gondii ganha acesso ao embrião após invasões aos tipos celulares clássicos deste tecido, os trofoblastos. Em um artigo científico importante nesta área, as autoras descrevem que o T. gondii é capaz de infectar todos os diferentes tipos de trofoblastos.

Os danos ao bebê dependem do trimestre no qual a mãe se infectou. Se a infecção ocorre no primeiro trimestre é mais provável que haja abortos espontâneos. No segundo e terceiro trimestres a infecção pode levar a hidrocefalia/macrocefalia (aumento do diâmetro cefálico dos bebês), micro-oftalmia (lesão ocular), assim como à microcefalia (diminuição do diâmetro cefálico dos bebês).

Bebê com esplenomegalia toxoplasmose congênita Toxoplasma gondii

Bebê com esplenomegalia (aumento do baço) e hidrocefalia causadas pela toxoplasmose congênita. Fonte: Dubey e Beattie, 1998.

É importante ressaltar que a infecção congênita ocorre quando a mãe se infecta pela primeira vez durante a gravidez! No entanto, relatos de casos publicados na literatura médica mostram que gestantes com infecção crônica (ou seja, com cistos teciduais) podem ter eventos de imunossupressão e reativar a infecção. Ainda, gestantes que tenham a infecção crônica mas se infectem com cepa do parasito diferente da qual já possuem cistos/resposta humoral (isto é, anticorpos de memória) podem expor seus bebês à infecção intrauterina por causa desta nova infecção (THULLIEZ et al., 2008).

Além das lesões oculares e de diâmetro cefálico, a transmissão congênita pode levar a alterações comportamentais na vida adulta dos bebês que foram expostos no útero. A esquizofrenia é a principal sequela observada em pacientes que foram expostos ao T. gondii durante a gestação.

Como é realizado o diagnóstico da toxoplasmose?

Diagnosticar toxoplasmose em indivíduos sadios, sem imunossupressão e não gestantes é um desafio. Como a doença não tem sintomatologia específica e o parasito não se manifesta quando o sistema imune está perfeitamente atuante, dificilmente o indivíduo procura atendimento e é diagnosticado.

No geral, o diagnóstico é essencialmente sorológico, embora possa haver detecção molecular via PCR para casos mais específicos.

Detecção de anticorpos da classe IgM (infecção recente)

Detecção de anticorpos da classe IgG (memória imunológica)

Teste de avidez para IgG

O princípio deste teste é saber com quanta força – avidez – o anticorpo se liga ao antígeno (neste caso, do parasito) para detectar o quão antiga é a infecção. Se ao adicionar uma solução de ureia, capaz de destruir ligações antígeno-anticorpo fracas, a ligação é rompida – e não se observa esta dupla junta – quer dizer que a infecção ocorreu recentemente e os linfócitos B produtores de anticorpo anti-toxoplasma ainda não estão suficientemente maduros. Caso a ligação não seja rompida, quer dizer que a infecção é antiga; os linfócitos são suficientemente maduros para combater uma re-infecção ou mesmo a reativação do parasito encistado.

esquema do teste sorologico de avidez toxoplasmose diagnostico

Esquema do teste sorológico de avidez.

Em março de 2020 o ministério da saúde brasileiro adicionou a toxoplasmose congênita ao teste do pezinho.

Qual o tratamento da toxoplasmose?

A toxoplasmose não tem cura! Não há um jeito de destruir os parasitos dentro do corpo, somente de minimizar sua proliferação e cronificar a doença.

A maioria das pessoas saudáveis ​​se recupera da toxoplasmose sem tratamento. As pessoas doentes podem ser tratadas com uma combinação de pirimetamina e sulfadiazina. É necessária a suplementação com ácido folínico, pois estas duas medicações podem levar à depressão gradual da medula óssea.

Mulheres grávidas, recém-nascidos e bebês

O tratamento de recém-nascidos e bebês ocorre com a tríplice (pirimetamina+sulfadiazina+ácido folínico) no esquema terapêutico estabelecido pelo clínico.

Toxoplasmose ocular

O tratamento varia de acordo com a recomendação clínica pelo oftalmologista. A recomendação ou não da medicação depende do tamanho da lesão ocular, da localização e das características da lesão (ativa aguda versus crônica que não progride).

Imunossuprimidos

Pessoas com sistema imunológico comprometido precisam ser tratadas até melhorar sua condição. Para pacientes com AIDS, pode ser necessário continuar a tríplice pelo resto de suas vidas ou pelo tempo em que estiverem imunossuprimidos.

Quais são as formas de prevenção da toxoplasmose?

1) Ingestão de carnes sempre bem passadas, sobretudo de porcos;

2) Uso de luvas para manipulação de caixas de areia de gatos que não são fixos dentro de casa;

3) Uso de telas nas janelas para impedir que os gatos saiam de casa;

4) Evitar ingerir água ou hortaliças de procedência/higienização duvidosas;

5) Consumir água filtrada e higienizar muito bem verduras, legumes e hortaliças;

6) Redobrar estes cuidados ao confirmar gravidez.

Lembrando sempre que: não é necessário se desfazer dos seus gatos domésticos quando houver gravidez. Se os animais são criados desde muito pequenos em casa, não tem acesso às ruas e não comem carne crua de potenciais hospedeiros intermediários, não há razão para puni-los.

No entanto, é sempre recomendado evitar manipular as caixas de areia sem luvas ou solicitar que outro membro da família possa fazer a higienização desta no lugar da gestante.

Bibliografia

Cartilha do Ministério da Saúde – toxoplasmose congênita

FLEGR, J. et al. Toxoplasmosis – A global threat. Correlation of latent toxoplasmosis with specific disease burden in a set of 88 countries. PLoS ONE, v. 9, n. 3, p. e90203, 2014.

MARTORELLI, B. et al. Intestinal delta-6-desaturase activity determines host range for Toxoplasma sexual reproduction. 2019.

Livro Toxoplasmose e Toxoplasma gondii – Editora Fiocruz, 2014.

SANTIAGO-TIRADO, F. H.; DOERING, T. L. False friends: Phagocytes as Trojan horses in microbial brain infections. PLoS pathogens, v. 13, n. 12, p. e1006680, 2017.

https://www.cdc.gov/parasites/toxoplasmosis/treatment.html (Tratamento)

THULLIEZ, P. et al. Congenital Toxoplasmosis and Reinfection during Pregnancy: Case Report, Strain Characterization, Experimental Model of Reinfection, and Review. The Journal of Infectious Diseases, v. 199, n. 2, p. 280–285, 2008.

Autora

Jéssica Souza

Biomédica, Mestranda em Biologia Celular e Molecular

 

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