Melhorar a qualidade da saúde através da terapia transdérmica de magnésio

03 jun
Postado por Categoria: Blog

Você sabia que o magnésio tem sido muito utilizado na acupuntura e na estética? São procedimentos que presam o bem-estar e a qualidade de vida do indivíduo!

As pessoas com sobrepeso estão morrendo de fome de nutrientes reais. O sistema responsável pela fome fica constantemente ligado, implorando por nutrientes para sobreviver. Quando nos alimentamos com refeições vazias o corpo não recebe nutrientes, então o organismo entra em pânico e passa a armazenar gordura em demasiado para poder se manter vivo e sanar o apetite. As dietas modernas, em especial do padrão norte-americano, não alimentam as células e acelera a morte prematura.

Em 2010, o Departamento de Agricultura e Diretrizes Dietéticas para o Americano identificou uma série de nutrientes essências que está em déficit na alimentação do americano. As pessoas que seguem a dieta padrão norte-americana dispõem de sintomas chave que podem complicar o seu diagnóstico, quando todas as necessidades do paciente são de alguma suplementação, não de uma droga medicinal. As deficiências nutricionais mais comuns na dieta americana são o cálcio, vitamina C, D, E, K, potássio, magnésio e selênio.

 

As propriedades do magnésio

CLORURO-DE-MAGNECIO

O magnésio é essencial para mais de 300 funções de enzimas corporais, incluindo todas as enzimas associados com a utilização ou a ATP síntese, que são as enzimas responsáveis por fornecem a energia para células. A sua ausência do mineral no corpo está relacionada a uma série de condições crônicas de saúde, incluindo doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, cancro, enxaquecas, asma, diabetes e osteoporose. Cerca de 70 por cento de todos os americanos não consomem a diária recomendada de magnésio – 420 mg para homens adultos e 320 mg para mulheres.

A Recommended Dietary Allowance (RDA) foi desenvolvido durante a Segunda Guerra Mundial por uma comissão criada pela Academia Nacional dos Estados Unidos de Ciências, a fim de pesquisar questões de nutrição que podiam “afetar a defesa nacional.” O objetivo era garantir que a população americana recebe o mínimo de alimentos nutritivos para o caso de racionamento de comida. Não se trata de ter uma ótima saúde, mas sim sobre como evitar problemas de saúde relacionados a deficiências nutricionais, como o raquitismo, o escorbuto, anemia, bócio e beribéri.

 

A administração transdérmica de magnésio

O Dr. Norm Shealy afirma que pode demorar um ano para recuperar os níveis normais de magnésio nas células com o óleo de magnésio, contra seis semanas fazendo uso da terapia transdérmica de magnésio. Especialistas sugerem que a aplicação seja feita no antebraço, axilas, abdômen ou em qualquer lugar onde a pele seja relativamente fina.

  • Aplicação transdérmica:

A substância é feita através da pele, por spray ou adesivo, aplicando o medicamento diretamente na corrente sanguínea, sendo essa uma das melhores maneiras de administrar medicamentos de maneira rápida e eficaz.

O médico pode misturar o magnésio com o seu linimento favorito para fazer a aplicação diretamente onde o paciente sente dor. O ideal é que o paciente tome o magnésio por via oral, além de via transdérmica, a fim obter melhor resultado. O único problema é que as dosagens farmacêuticas possuem um limite devido a efeito colaterais. Por isso que é importante fazer uma avaliação completa antes de começar o tratamento.

 

Outras formas naturais de melhorar a qualidade de vida

Woman Receiving An Acupuncture Therapy

Uma outra alternativa para melhorar a qualidade de vida, é sem dúvida a acupuntura. Tanto para prevenir doenças – principalmente doenças neurodegenerativas – quanto para tratar problemas como ansiedade, depressão e estresse.

Aqui no IBAP oferecemos cursos sobre os efeitos da acupuntura na saúde, principalmente em relação as doenças neurodegenerativas. Se você quer saber mais sobre isso,  e gosta de tratamentos alternativos, não deixe de assistir nossas aulas gratuitas, do módulo 1 e 2 do curso, clicando aqui.

 

Por: Marina Caxias | Texto Aprovado pelo Conselho Científico do Instituto Biomédico – IBAP

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